Meu, meu, meu

“Meu, meu, meu!”. Não há criança até mais ou menos seis anos, que não esteja disposta a armar um `faniquito` em defesa daquilo que considera seu… ainda que não seja. Um caminhão, uma bola ou uns lápis de cor pode detonar uma antológica birra. Isto não significa que a criança seja uma egoísta consumada senão que ainda é pequena e necessita de ajuda para descobrir a generosidade.

Que a uma criança custe compartilhar é fácil de entender. Segundo sua mentalidade, compartilhar é perder, e precisamente por isso acaba não só sendo difícil fazê-la compreender que deve emprestar suas coisas como, mais ainda, que não é dona daquilo que vê.LEIA MAIS

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